quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

SABEDORIA DE VIDA








         Mais um ano que se finda... Nada de despedida...
Também nada de pedidos, pois o Poder Maior sabe perfeitamente da necessidade de cada um.
A grande sabedoria está em aceitar tudo o que está a nós reservados, confiantes e envoltos na plenitude da fé.
Saúde é importante, mas imprescindível mesmo é ver nas enfermidades que nos assolam nessa vida, como um subsídio que nos levará a redimirmos dos sentimentos egoísticos tornando-nos mais tolerantes.
Se vencermos, sairemos mais maleáveis e receptivos a qualquer outro problema, nos tonando mais úteis e solícitos à humanidade. Se formos vencidos partiremos dessa morada, para a eterna, a verdadeira. Ninguém é dono de nada nessa vida, temos mesmo, mais cedo ou mais tarde, que retornarmos para o plano maior, único, destinado a todos que vivem nessa Terra.
Dinheiro é importante para a sobrevivência, mas se temos o suficiente para suprir as necessidades básicas para que precisaremos de mais? O que abunda é desnecessário e provavelmente no futuro designado o provocar desavenças.
Amor: uma pessoa em nossa vida é o néctar que alimenta nossa alma constantemente carente e sedenta de carinho. Muitas vezes, temos muito e saturados, descontentes saímos è procura de emoções efêmeras, vazias e sem sentido. Voltemos o olhar amoroso para aquele rosto que talvez não seja tão lindo, aquele corpo, talvez não tão esbelto, mas que representa a nossa história de companheirismo, de partilha de tantas lutas.
Chegaremos à conclusão que temos muito mais a agradecer...
A grande sabedoria está na aceitação e no agradecimento a cada ano que passa.
     Aceitemos a vida como ela é com seus percalços procurando resolvê-los da melhor maneira. “A água não remove os empecilhos que encontra, mas contorna-os”.
      Agradeçamos tudo que recebemos de graça, muitas vezes até sem merecer: a vida, a natureza, a saúde, os recursos financeiros, a pessoa que temos ao nosso lado. Simples e fácil: aceitar e agradecer. E que venha 2014.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CAROLINA: esposa, mãe, mulher!


 “Carolina: esposa, mãe, mulher!” oferece aos leitores o relato das vicissitudes de uma mulher que, ao colocar sua família acima de tudo, deixa de lado a própria felicidade, vivendo ao lado de um homem que não reconhece nela a grandeza da doação e a força para manter sua família unida e feliz.
O romance apresenta uma leitura fácil e podemos, muitas vezes, nos reconhecer na figura de Carolina, uma mulher comum, professora, mãe, amiga e acima de tudo, autodeterminada. Construiu sua vida através de seu trabalho e de sua perseverança e mesmo nos momentos de grande depressão não desistiu de lutar.
Altruísta, Carolina não deixou de agradecer ao marido os filhos maravilhosos que teve com ele e também soube perdoá-lo por todas as tristezas e decepções de uma vida em comum.
Zilda Costa soube tratar nesse romance da vida de uma mulher que, assim como outras Carolinas, soube trilhar caminhos que levam à vitória, sem autopiedade e consciente de seu próprio valor.
Agradeço a Zilda Costa esse presente de grande valor, o de ter a oportunidade de apresentar esse romance que, certamente, levará os leitores a uma reflexão sobre a importância do papel da mulher na formação da família. 



 Rita de Cássia L. Damião Zangrandi
                                      Professora, esposa e mãe.  

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Artigo polêmico





Folheando a revista Super Interessante deparei com um artigo que me chamou a atenção: A reinvenção na escola.
Gostei muito  da introdução que dizia:
“Sim, o professor vale mais que o Neymar. E sem investir neles o Brasil continuará semianalfabeto, mas a solução só virá mesmo com algo maior: uma revolução nos métodos de ensino”.
Minha curiosidade se aguçou. Vamos ver então o que está propondo o educador português José Pacheco.
De início uma professora faz um comentário, muito admirada como se fosse algo de inédito: “os alunos estão saindo do ensino fundamental sem saber decifrar palavras.” Nossa! Só isso que ela percebeu? Se tivesse analisado as demais matérias teria se admirado ainda mais. A educação está em estado caótico, cara professorinha! Primeiro, os alunos não estão saindo do ensino fundamental, estão empacando no ensino fundamental, pois no nono ano são avaliados e constatam que não têm condições de prosseguir para o ensino médio. É por essa razão que vemos tantos adolescentes ociosos, pois não têm condições de continuar os estudos e não conseguem também arrumar emprego. Servente de pedreiro, talvez, que não necessita realizar cálculos, mas isso muitos não querem. Preferem partir para dinheiro fácil e aí caímos na realidade dura e assustadora dos nossos dias.
Daí entra o tal José Pacheco, dizendo:
-A escola reproduz um modelo baseado na decoreba de assuntos desconectados da prática e não consegue estimular os alunos a aprenderem nem sequer o tal “mínimo”.
Ri para não chorar: tinha que sobrar para o professor!
- O professor pode ganhar dez vezes mais que não vai adiantar se continuarem a repetir as práticas de hoje. A solução é mudar a cultura da escola- completou.
Achei que ele está um tanto desatualizado, pois com o construtivismo muito coisa foi mudada, as escolas têm computadores e todos os alunos já têm um conhecimento mínimo de como lidar com eles, para jogar, por exemplo, eles apresentam completo domínio.
Mas ainda esperançosa, continuei a leitura em busca de uma solução para resolver o nosso maior problema, pois tudo depende de um povo bem preparado, não é o que vivem dizendo? Pois é...
Tomei conhecimento do projeto por ele sugerido: o conhecimento é assimilado de forma integrada, tudo ao mesmo tempo. Os alunos desenvolvem projetos sobre assuntos de seu interesse, em equipe. Não são separados por idades nem por conhecimentos já adquiridos. O professor desce do pedestal. A descentralização da autoridade e a valorização da liberdade do aluno são marcas centrais dessa escola inovadora.
Será que tem chance de dar certo? Como será que pretendem por essa ideia em prática?
Quando se trata de teoria é fácil. Colocam os alunos como membros interessados no processo educativo, ávidos por conhecimentos, com total domínio sobre regras sociais para trabalhar em equipe.
Não li em nenhum parágrafo como seria explorada a aprendizagem da língua portuguesa, nem abordagem sobre produção dos diversos tipos de textos. Também nada foi colocado sobre como os alunos exercitarão cálculos. Isso é o que podemos chamar de projeto desconectado, não acham?
Caí num desânimo total. A progressão continuada ainda tem chance de ser mais prejudicial, com a inclusão e total liberdade dos alunos para escolher o que desejam aprender será o caos total. E se, num acúmulo de quarenta alunos, cada um tiver uma ideia? E pode ter certeza que ideia eles têm, são espertos, criativos, têm energia para dar e vender, mas são sem educação que além de não vir de casa, a escola também não está tendo condições de acrescentar nada. Não estou vendo saída. Pensei que estivessem preocupados em resgatar valores, incentivar atitudes coerentes,mas foi mera ilusão...

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Carolina, esposa, mãe, mulher!



 Dedico esse livro a todas as mulheres que acreditam:
 - que o LAR é de extrema importância para uma criança, este o moldará em seu caráter e em sua perspectiva de vida.

- que toda criança precisa de amor, cuidado, proteção e da felicidade que só um lar estruturado pode oferecer.
- que os pais devem se preocupar em ensinar, instruir os filhos não só por palavras, mas também com ações, pois crianças precisam de bons exemplos para seguir.

-que se o lar for bom, provavelmente colherão bons frutos, enquanto se o lar for mal estruturado, destruído, cheio de vícios, más condutas, possivelmente as crianças serão levadas à desobediência, à desonestidade e posteriormente à delinquência.

- que ao se unir em matrimônio, a caminhada não será fácil, entre as flores, existirão também os espinhos, mas que o amor pelos filhos e pela família terá que prevalecer sempre, pois só assim todos os membros terão o alicerce seguro e o aconchego para vencerem todas as intempéries da vida.

Lançamento ainda esse ano!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

HOMENAGEM A MEU PAI

                                                                  A Cadeira
A cadeira continua na varanda.
 O sol a encontra no mesmo lugar.
Também as flores apresenta a mesma beleza.
 Só você não está mais aqui.
Você que me acalentava no colo.
 Que me fazia dormir.
Sentada nessa cadeira.
Quantas histórias ouvi.
Olhando a cadeira vazia.
uma lágrima teima em cair.
Tudo permanece igual,
 mas você não está mais aqui.

 INTENSAMENTE- Zilda Costa .

sexta-feira, 14 de junho de 2013

AINDA É TEMPO DE SER FELIZ

A vida é um presente de Deus e o nosso planeta nos oferece tudo de graça para sermos felizes, Temos o sol que aquece as nossas manhãs, expulsando o orvalho da noite, a natureza repleta de belezas naturais, alimentos e água para saciar a nossa sede. Recebemos tudo isso e mais a capacidade através dos cinco sentidos para desfrutar da melhor maneira e ter uma convivência harmoniosa com todos os seres. Quando aqui chegamos ainda somos acolhidos por uma família com um teto para nos abrigar, nos proteger e inserir em nós as noções básicas para crescermos e buscarmos a nossa felicidade. Foi para isso que viemos ao mundo, para ser felizes, para amar e ser amado, para dar continuidade à espécie e finalmente regressar ao paraíso deixando aqui marcas de nossa passagem. Por que então as pessoas estão todas tão infelizes? Por que tantas doenças assolando e maltratando homens e animais? Por que a fúria da natureza que revoltada contra a espécie humana avança enfurecida derrubando casas, destruindo vidas, espalhando mortes prematuras e sofrimentos? É que a espécie humana se desvencilhou do caminho proposto por Deus. Enquanto Ele propõe AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO o homem corre atrás de riquezas, bens materiais que possam lhe trazer poderes, prestígio, na ânsia de se destacar no meio onde vive. Não mede esforços, passando por cima uns dos outros, desprezando sentimentos, valores verdadeiros numa busca desesperada e sem fim. Sofrimentos, infortúnios são meios de crescimento para o ser humano o qual deve aceitá-los e confiar em dias melhores agradecendo pelas pequenas coisas que tem e não enfocando nas mazelas que é comum a todos. Mas, o homem usa da blasfêmia renegando o Criador, não utilizando da fé. Fere dessa forma também o segundo mandamento deixado por Deus que é NÃO USAR SEU SANTO NOME EM VÃO. Não tendo confiança chega-se ao desespero. Cego pela luta incessante para atingir o topo de sua ambição, na corrida desabalada em busca de bens materiais que o tornarão poderoso aos olhos de todos, ele não é bom filho, nem bom companheiro, nem bom amigo e nem tão pouco bom pai. Ele não tem tempo, tudo lhe parece futilidade. Enquanto o terceiro mandamento manda GUARDAR DOMINGOS E FESTAS DE GUARDA ele só pensa em trabalho, em planejamentos que lhe rendam mais e mais. UM POUCO DO QUE SERÁ ESSE LIVRO!