segunda-feira, 26 de maio de 2014

RESGATE DE VALORES

LANÇAMENTO DO LIVRO CAROLINA- ESPOSA, MÃE, MULHER. CENTRO CULTURAL-SP



Segundo Mario Quintana como deveria ser as promessas feitas em um casamento:
 “Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade”? Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?
Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar? Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela? Promete se deixar conhecer?
Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?
Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?
Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?
Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?
Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher.
Declaro-os maduros!

Com Doroty B j Dimolitsas e Jairo Alves

terça-feira, 25 de março de 2014

CAROLINA, ESPOSA, MÃE, MULHER! LANÇAMENTO




                                                                                     
 Quando publicamos um livro o objetivo primordial é deixar uma mensagem que possa melhorar a 
qualidade de vida dos leitores, tentando amenizar os problemas que enfrentam nesse mundo tão 
conturbado no qual estamos inseridos. O livro constitui um excelente veículo tanto para informar, 
recrear levando muitas vezes a reflexões necessárias num momento de dor.
    Com esse livro não foi diferente: Carolina_ gosto desse nome- Cenas reais- é uma mulher sensível, 
simples, passível a erros e acertos como qualquer outra. O seu diferencial está no compromisso que 
assumiu com um filho não planejado, com o lar que optou por construir.
    Vemos felizmente, esse diferencial em mulheres de nosso meio  que por opção ou não engravidam 
e se dedicam aos filhos, outra que ficam viúvas muito cedo e tb fazem a opção em viver para seus filhos. 
Louvável num mundo em que crianças são descartadas em saco de lixo ou jogadas pela janela ,
cenas frequentes nos noticiários.
     Hoje em dia, casamento duradouro, está sendo considerada coisa rara, o casamento em si já está 
sendo considerada uma instituição falida. Geralmente, os jovens pulam a etapa do namoro e passam a 
viver juntos numa experiência impensada e sem compromisso. Dessa forma também essas uniões 
são facilmente dissolvidas perante a primeira discussão entre o casal que parte imediatamente em busca 
de uma nova união. A consequência é desastrosa, pois geralmente vão deixando pelo caminho filhos 
carentes e desorientados, muito cedo independentes e sem limites.
      Quando acontece uma tragédia ficamos chocados, principalmente nós que vivemos uma adolescência
 e juventude diferente. Nossos pais sempre nos aplicavam princípios e valores rígidos. Não é saudosismo.
 É realidade!
       Realmente não era assim. Não era assim, porque os pais viviam juntos, constituíam um lar que dava alicerce e segurança para os filhos. Pais que impediam jovens menores de frequentar boates e ficarem na rua até altas horas, pais que estavam presentes para dar apoio num momento de desespero, impedindo que seus filhos buscassem as drogas para solucionar esses problemas. Pais presentes e atentos! Nas discussões comuns na vida de um casal percebia-se mais tolerância, aceitação das diferenças, muitas tentativas de reconciliação até chegar ao caso raro de uma separação. O lar constituía uma base sólida, revestida de sentimentos verdadeiros.