sábado, 5 de setembro de 2015

Notícia Cultural



Escritora Zilda Ap. Costa de Toledo, tomará posse como membro correspondente imortal da Academia Luminescência Brasileira.
A escritora de Guaratinguetá, Zilda Ap. Costa de Toledo, será empossada como membro correspondente da ALUBRA, no próximo dia 11 de setembro (sexta feira), ocupando a cadeira imortal número 53, cujo patrono é PIO LOURENÇO CORRÊA.
A solenidade acontecerá no Colégio Santo André as 18:00 na cidade de Jaboticabal sp.
Na oportunidade, será entregue comendas para os acadêmicos que mais se destacaram na ciências, letras e artes.
      Após a posse será servido um jantar onde a Parte da renda do evento será revertida à entidade OLHOS DA ALMA..
A Presidente da Alubra Michelle Zanin vai presentear todos que vão participar do jantar com o livro ASSEVERAÇÕES que será lançado durante o evento.
Sobre a escritora: Zilda Aparecida Costa de Toledo (Zilda Costa), casada, professora aposentada, residente e domiciliada na cidade de Guaratinguetá- SP.
Participou da AGRA- (Associação de Grupo de Apoio) destinado as pessoas depressivas, sob a coordenação do psiquiatra Dr. Paulo Cesar Monteiro dos Santos, em Guaratinguetá, que se destacou pelo empenho em melhorar a qualidade de vida das pessoas que lá frequentaram.
Ocupa o cargo de - CONSELHEIRA CULTURAL NACIONAL/BRASIL no Grupo Movimento Cultural, recebendo recentemente a premiação de “ Cultivo da Paz- Heroshima 70 anos.
 Autora dos livros:
       - Depressão – Não deixe que esse mal atinja você-  em segunda edição.
- Se os pais e professores derem-se as mãos - lançado na Bienal do livro, em São Paulo também em segunda edição.
       - O perfume das flores que plantei, lançado na Flipoços -Poços de Caldas, MG
       - Carolina, esposa, mãe, mulher! Lançado no Centro Cultural - São Paulo.
       - Ainda é tempo de ser feliz. (Lançamento em breve)
       - Participação em coletâneas com contos e poemas.
         Promove palestras motivadoras pautadas nos temas dos livros publicados.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Ser mãe



Ser mãe
Quando concebemos um filho, juramos que com ele tudo será diferente. Temos a plena convicção que vamos promover tudo de melhor para que ele seja um ser muito feliz. E assim agimos, fazendo das tripas coração, abrindo mão de muitos de nossos sonhos, para transformá-lo em uma pessoa digna. E vamos conseguindo... partilhando os sonhos, vangloriando-nos com as vitórias, chorando com as derrotas, mas sempre sob o nosso domínio. Tudo correndo dentro dos nossos princípios e valores.
Mas ele cresce... sofre a influência do meio onde vive. Deixa-se contaminar e começa a ter as opiniões próprias que nem sempre são as corretas.
 É aí que começamos a nos sentimos injustiçadas, choramos abraçadas ao marido, compartilhando da mesma dor, lastimando todo o sacrifício empregado, dizendo com a voz embargada pelo soluço, que isso não podia ter acontecido, que nós não merecíamos esses infortúnios, a dor dessa decepção, porque fizemos tudo da maneira certa.
E vemos nossos amados filhos mergulhando em drogas, unindo-se a pessoas desqualificadas, abandonando os estudos, engravidando precocemente... enfim, tudo muito diferente dos sonhos tão fortemente acalentados.
      Ainda, num último fio de esperança procuramos persuadi-los, insistimos em fazê-los entender que temos experiência suficiente para afirmar que essa decisão, só vai trazer infelicidade.
Tentamos, oramos. Tentamos, oramos. Mas, não adianta!!
Eles, vão, quebram a cara e voltam... E vamos nós catarmos os cacos!!!
Oferecemos oportunidades, aconselhamos, trabalhamos a autoestima, medicamos e indicamos novamente os caminhos. Dessa vez tem que dar certo!
Mas não dá...Esquecemos de um pequeno detalhe: eles têm a própria personalidade, eles têm as opiniões e mesmo quebrando a cara, esses itens prevalecem.
Tudo se repete. O casal perde noite discutindo a decisão mais acertada. A mãe descontrolada, entre lágrimas, jura que vai jogar esse traste na rua, que não vai se preocupar mais, porque ela não merece, ela fez tudo por esses filhos. Que se foda agora!! Até palavrão essa desesperada mãe diz.
Noite de lamentos compridos... voltam todos os sintomas da depressão que já estavam minimizados e um dia nublado que se arrasta, deixando olheiras, enquanto todos os detalhes martelam na cabeça.
Mas de repente, Deus nos fala. Aquele Deus que conversamos e imploramos tanto, não ficou impassível. Ele tudo vê, tudo ouve e analisa nossas atitudes nos momentos como esse. Ele diz:
-Você é mãe. Eu lhe criei para orientar seus filhos quantas vezes eles precisarem. Essa é sua missão: estar sempre do lado deles. É humilhante buscar um filho alcoolizado num boteco, um filho drogado que delira numa sarjeta qualquer, mas você é mãe, é doloroso ver sua filha criada com tanto mimo, não valorizar o próprio corpo, passando de mão em mão, como um objeto descartável, mas você é mãe. Fica do lado dela, aconselha ainda mais uma vez, cobre o corpo despido na tentativa de resgatar algum pudor. Se ela inconsequente, tem um filho, você vai ajudá-la a criá-lo. Você vai caminhar ao lado de seus filhos, nem à frente, nem atrás. Do lado, pois assim você poderá melhor ouvir suas lamúrias, você poderá pegar   mais facilmente sua mão e é do lado que você vai tentar sempre cumprir sua missão de mãe. Eu a criei sábia para isso: orientar seus filhos desorientados, assim como criei filhos sábios que não têm uma família estruturada para caminhar a seu lado!
E nós enxugamos as lágrimas, tomamos um tarja preta, abraçamos com força o marido que está sempre ali do nosso lado e colocamos um sorriso nos lábios. Mais um dia que se inicia. Sabe-se lá quantos cacos ainda teremos que catar. Essa é nossa missão. Somos mães!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Se os pais e professores derem-se as mãos


Como espectadora da vida e educadora que fui, senti-me levada a escrever esse livro. O objetivo, não é criticar, nem apontar possíveis culpados, mas eximir a ansiedade de muitos pais que se preocupam com o futuro da humanidade.Finalmente, está se concluindo que a Educação não está preparando indivíduos para assumirem o comando da história de nossa Terra, nem tampouco formando pessoas dignas, capazes de constituir família e dar continuidade a nossa espécie.A família é a primeira comunidade em que a criança é inserida, o ponto de partida, o alicerce que deve ser sólido e bem constituído porque a caminhada é longa e a bagagem pode tornar-se pesada.
Levar à reflexão e a possíveis mudanças é o objetivo primordial desse livro.
O leitor poderá encontrar artigos minuciosamente escolhidos e pesquisados capaz de levá-lo a um conhecimento profundo da melhor maneira de educar, como preparar seu filho para enfrentar a segunda comunidade que é a escola.O sucesso de uma depende a adequação à outra. A criança que chega a escola devidamente formada com preceitos básicos sobre como conviver em sociedade necessariamente estará também fadada a levar com êxito essa nova etapa com a qual ela se depararáConstatará a necessidade do entrosamento entre essas duas comunidades que a criança estará inserida. Ambas têm que falar a mesma língua, tem que cultivarem os mesmos objetivos e se respeitarem mutuamente.A escola é um complemento da educação dada no lar e acrescentará conhecimentos intelectuais necessários para o procedimento evolutivo da criança.A família deverá continuar com sua participação ativa nesse processo, mediando, avaliando e principalmente compartilhando.Quando isso não ocorre sentimos as conseqüências: jovens desmotivados, despreparados,sem opções que acabam partindo para os tortuosos caminhos da degradação.Muito tem que ser feito, muitas atitudes têm que ser revistas, mas enquanto nada se concretiza, façam vocês: comunidade Escolar e família, cada qual a sua parte.Vamos unir essas duas comunidades primárias, vamos imbuir os corações de nossas crianças de amor oferecendo-lhes uma família estruturada, com pais que se preocupam com o seu despertar para a vida. Pais confiantes, professores motivados moldando personalidade capaz de construir sua história e ocupar um lugar no mapa de sua Terra.Não se trata de utopia, mas de uma realidade: a escola resgatará a credibilidade e exercerá seu papel na comunidade se" pais e professores derem-se as mãos".